No ano passado, foram 301 assaltos a ônibus nas estradas brasileiras. Em Minas Gerais, estado com a maior malha rodoviária do país, onde o número de ocorrências cresceu 50%.
A cada viagem, insegurança. “Na maioria das vezes são pickups. Um fica na carroceria da pickup, aponta a arma pra gente, pra que a gente encoste o veículo”, conta o motorista Fábio José Ribeiro
No ano passado, foram 301 assaltos a ônibus nas estradas brasileiras. “Gritavam com a gente, falando que se a gente reagisse iam atirar”, diz o motorista de ônibus Idelson Alves.
A polícia mapeou os trechos críticos: em seis rodovias federais no Maranhão, em Pernambuco, no chamado "polígno da maconha";
Em Minas Gerais, estado com a maior malha rodoviária do país, onde o número de ocorrências cresceu 50%.
Desde setembro, a polícia prendeu mais de 30 criminosos na região do triângulo. “Para ação do roubo, eles tinham o costume de roubar, furtar veículos, atravessar para o Paraguai, trocar por drogas, armas. E, pra isso, cometiam também crime de sequestro e cárcere privado”, declara o delegado de Polícia Federal, Emerson Aquino.
Os ônibus fretados também são muito visados pelos bandidos. Principalmente os que levam sacoleiros às compras. É que boa parte deste tipo de passageiro viaja com dinheiro vivo e volta para casa com muita mercadoria.
“Eles podem também embarcar no ônibus, em determinado momento eles anunciam esse assalto”, diz o chefe da divisão de crimes da Polícia Rodoviária Federal, Regisvan Soares.
Por isso, uma empresa passou a escolher os clientes. “Nós marcamos a passagem, desde que seja uma pessoa conhecida ou indicada por algum passageiro que já viaja com a gente”, avisa o guia de turismo Richard Morales.
Mas o que a maioria tem feito é contratar escolta armada. Os veículos são acompanhados o tempo todo - na estrada e em uma central de monitoramento.
“Normalmente são dois homens armados, mais o telefone, mais rádio de comunicação e mais sistema de comunicação vai satélite”, fala o gerente de empresa de segurança, Rogério Ribeiro.
A escolta pode inibir, mas não é garantia. Um dos carros da empresa levou 18 tiros na rodovia Anhanguera.
“Não fica ao todo deixa de ser perigoso também, porque se tiver de reagir a gente não sabe o que vai acontecer. Mas a gente acha que tem uma comodidade maior sim”.
quinta-feira, 29 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Assalto a agencia bancaria ascende discussão de blindagem.
No dia 28 de fevereiro ocorreu um assalto ao Banco Itaú de POA/RSVoltou a discussão para blindagem das fachadas das agências bancarias.
Eu como Consultor em Blindagens discordo,porque não adianta blindar a fachada,porque se os comparsasjá estiverem dentro da agência vai ocorre o mesmo na agência que ocorreu o assalto,eles dominaram os vigilantes.
Minha sugestão é blindar os guichês e as salas de atendimento
dos caixas eletrônicos tenha um sistema de entrada só para
correntistas.
Os vigilantes poderiam ficar atrás dos caixas para uma
tentativa de invasão.
Ou poderia colocar eles em um local estratégico,aonde
ninguém teria acesso a eles.
Teria que ser feito um estudo com um Consultor de segurança
juntamento com um consultor de blindagens.
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